sábado, 30 de novembro de 2013

Bob Marley - Best Of Bob Marley

Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley (Nine Mile, 6 de fevereiro de 1945 — Miami, 11 de maio de 1981), foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Marley já vendeu mais de 75 milhões de discos. A maior parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Levou, através de sua música, o movimento rastafári e suas ideias de paz, irmandade, igualdade social, libertação, resistência, liberdade e amor universal ao mundo. A música de Marley foi fortemente influenciada pelas questões sociais e políticas de sua terra natal, fazendo com que considerassem-no a voz do povo negro, pobre e oprimido da Jamaica. A África e seus problemas como a miséria, guerras e domínio europeu também foram centro de assunto de suas músicas, por tratar-se da terra sagrada do movimento rastafári.
Hoje pode ser considerado o primeiro e maior astro musical do Terceiro Mundo e a maior voz deste. Suas músicas mais conhecidas são " I Shot the Sheriff "," No Woman, No Cry"," Could You Be Loved "," Stir It Up "," Get Up, Stand Up "," Jamming "," Redemption Song "," One Love/People Get Ready "e," Three Little Birds ", e tambem lançamentos póstumos como " Buffalo Soldier "e" Iron Lion Zion ". A coletânea Legend, lançada três anos após sua morte e que reúne algumas músicas de álbuns do artista, é o álbum de reggae mais vendido da história. Bob foi casado com Rita Marley de 1966 até a morte, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outros de seus filhos, Kymani Marley, Julian Marley e Damian Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiram carreira musical. Foi eleito pela revista Rolling Stone o 11º maior artista da música de todos os tempos.

A descoberta do câncer e a batalha contra a doença

Diagnóstico

Após a turnê européia, com uma vasta agenda marcada, Bob Marley e a banda partiram para os Estados Unidos, quando fizeram dois shows no Madison Square Garden. Durante a segunda apresentação, Bob passou mal no palco e começou a ser averiguado o que se passava com o ídolo do reggae. Bob, embora com problemas de saúde, chegou a fazer ainda mais um show em Pittsburgh, no dia 23 de setembro de 1980 (último show de Bob Marley), mas logo o mundo recebeu a triste notícia de que o astro do Reggae estava com câncer. A doença teria sido decorrente de um ferimento infeccionado no dedão do pé, que ele teria sofrido em 1977, durante uma partida de futebol em Londres. A ferida, quando feita, não havia cicatrizado, e sua unha posteriormente havia caído; foi então que o diagnóstico correto foi feito. Marley na verdade sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno, que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos aconselharam-no a amputar o dedo, porém Marley recusou-se a fazê-lo devido à sua filosofia rastafári, de que o corpo é um templo que ninguém pode modificar (motivo pelos quais os rastas deixam crescer a barba e os dreadlocks). Ele também estava preocupado com o impacto da operação em sua dança; a amputação afetaria profundamente sua carreira no momento em que se encontrava no auge.

Colapso e tratamento

O câncer espalhou-se para seu cérebro, pulmão e estômago. Ele lutou contra a doença durante oito meses buscando tratamento na clínica do Dr. Joseph Issels na Alemanha, no final de 1980 e início de 1981. Durante algum tempo, o estado de Marley parecia ter se estabilizado com o tratamento naturalista do doutor alemão.

Morte

Em maio de 1981, quando o Dr. Joseph Issels anuncia que nada mais poderia ser feito, Bob Marley já abatido pela doença, resolveu retornar para sua casa na Jamaica para passar seus últimos dias junto à família e amigos. Ele não conseguiu completar a viagem, tendo que ser internado em um hospital de Miami. Sua mãe segurava sua mão aos prantos enquanto Marley a consolava pedindo que secasse as lágrimas dizendo: "Mãezinha não chora. Vou na frente pra preparar um lugar." Faleceu pouco antes do meio-dia de 11 de maio de 1981. Menos de 40 horas depois de deixar a Alemanha.

Reputação póstuma

A música, a mensagem e a lenda de Bob Marley ganharam mais e mais força desde sua morte. Também deu a ele um status mítico, similar ao de Elvis Presley e John Lennon. Marley é enormemente popular e bastante conhecido ao redor do mundo inteiro. É considerado o rei do Reggae e é visto como uma das maiores vozes do povo pobre e oprimido, e um dos maiores defensores da paz, da liberdade e da igualdade social e de direitos. Após a sua morte, a data de seu aniversário, o dia 6 de fevereiro, foi decretado feriado nacional na Jamaica.

Convicções políticas e religiosas

Bob Marley era adepto do movimento político-religioso rastafári, que proclama Haile Selassie (imperador da Etiópia falecido em 1975) como a representação divina na Terra e que defende o retorno do homem negro pelo mundo para a África. Bob Marley, altamente influenciado pela filosofia rastafári, expressava espiritualidade e defendia a liberdade, paz, igualdade social e de direitos, o amor universal e a irmandade para toda humanidade em suas músicas, fazendo com que o movimento rastafári fosse conhecido pelo mundo inteiro. Mortimer Planno foi um ancião rasta que deu-lhe ensinamentos sobre o movimento.

"Se todos nos unirmos e dermos as mãos, quem sacará as armas? - Eu só tenho uma ambição: que a humanidade viva unida. Negros, brancos, orientais, todos juntos. - Eu não estou do lado dos negros nem dos brancos. Eu estou do lado de Deus, quem me fez vir do homem branco e do negro."
Bob Marley

Marley era um grande defensor da maconha, usada por ele no sentido da comunhão. Na capa de Catch a Fire, inclusive, ele é visto fumando um cigarro de maconha, e o uso espiritual da cannabis, característico do movimento rastafári, é mencionado em muitas de suas músicas. No movimento rasta, os dreadlocks representam a força espiritual, as raízes (assemelham-se, literalmente, a raìzes) que une o homem à Mãe África.





Fonte:  Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 9 de novembro de 2013

Cazuza - Ideologia (Álbum)

Ideologia é o terceiro álbum solo do cantor de rock brasileiro Cazuza, lançado em 1988.É um disco conceitual e é também considerado o seu melhor álbum de estúdio e ganhou o Prêmio Sharp de melhor álbum, no ano de seu lançamento. É considerado um de seus melhores álbuns e nele Cazuza fala sobre sua relação com a AIDS e com a morte. A capa do álbum causou certa polêmica pois misturava suásticas e estrelas de Davi. Ideologia vendeu até hoje mais de 2 milhões de cópias.

História

A AIDS (doença da qual sofria desde 1985) volta á se manifestar em Outubro de 1987. Cazuza é internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para se tratar de uma nova pneumonia. Logo depois, ele foi procurar tratamento nos Estados Unidos. Ao voltar ao Brasil no começo de Dezembro de 1987, depois de dois meses de tratamento no New England Hospital de Boston, Cazuza inícia as gravações para um novo disco. Ideologia, lançado em 1988, inclui os hits "Brasil", "Faz Parte do Meu Show" e a faixa-título "Ideologia". Ideologia foi eleita a música do ano. "Brasil" (Prêmio Sharp de 1988) foi regravado por Gal Costa e foi tema de abertura da novela Vale Tudo da Rede Globo.

Faixas
Lado A 
# Título                                                      Duração 
1. "Ideologia"                                                4:06 
2. "Boas Novas"                                           2:54
3. "O Assassinato da Flor"                            2:44 
4. "A Orelha de Eurídice"                             1:54 
5. "Guerra Civil"                                           3:21 
6. "Brasil"                                                    3:12 
7. "Um Trem para as Estrelas"                     3:36 
8. "Vida Fácil"                                             3:45 
9. "Blues da Piedade"                                  4:15 
10. "Obrigado (Por Ter Se Mandado)"        3:32 
11. "Minha Flor, Meu Bebê"                       3:06 
12. "Faz Parte do Meu Show"                     2:56 
                                           

Banda
  • Cazuza – vocal 
  • Nilo Romero – baixo 
  • Rogério Meanda – guitarra, violão em "Faz Parte do Meu Show" 
  • João Rebouças – teclados Fernando Moraes – bateria e percussão






The Beatles - Abbey Road

Abbey Road foi o 12° álbum lançado pela banda britânica The Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969, e leva o mesmo nome da rua de Londres onde situa-se o estúdio Abbey Road. Foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame
Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado pela banda, foi o último a ser gravado. As músicas do último disco lançado pelos Beatles, Let It Be, foram gravadas alguns meses antes das sessões que deram origem a Abbey Road. O álbum é considerado um dos melhores do grupo e parecia que os momentos de turbulências tinham passado e tudo havia voltado ao normal entre eles, mas na verdade o maior problema da banda começou a esquentar: Guerra de poderes. Após a morte de Brian Epstein, Paul McCartney sugeriu que Lee Eastman, advogado de sucesso e pai de Linda Eastman, tomasse conta dos negócios mas os outros Beatles desconfiando e visando uma proteção maior ao legado de todos sugeriram que Allen Klein, (que era promotor dos Stones e já vinha tentando "roubar" os Beatles de Epstein há muito tempo), era a melhor opção pelo seu jeito convicto de "homem das ruas". McCartney não concordou por achar absurdo pagar 15% de todos os lucros para Klein. Após a separação da banda, Eastman foi advogado da carreira solo de Paul e Allen Klein foi a justiça por ter roubado uma média de 5 milhões dos Beatles. O restante dos Beatles mantiveram contrato com Klein até 1977.
George Martin produziu e orquestrou o disco junto com Geoff Emerick como engenheiro de som, Alan Parsons como assistente de som e Tony Banks como operador de fitas. Martin considera Abbey Road o melhor disco que os Beatles fizeram. E não é por menos: ele é o mais bem acabado de todos, um dos mais cuidadosamente produzidos (comparável somente a Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band). Sua estrutura foi bastante pensada e discutida, e as visões discordantes dos integrantes da banda só contribuíram para a riqueza da criação final.
Também foi em Abbey Road que George Harrison se firmou como um compositor de primeira linha. Após anos vivendo sob a sombra de John Lennon e McCartney, ele finalmente emplacou dois grandes sucessos com este álbum: "Here Comes the Sun" e "Something". Ambas foram regravadas incessantemente ao longo dos anos, sendo que Something chegou a ser apontada pela revista Time como "a melhor música do disco" e como a segunda música mais interpretada no mundo, atrás somente de "Yesterday", também dos Beatles.

Este disco foi marcado pelo uso de novos recursos tecnológicos que estavam surgindo na época. Um deles foi o sintetizador Moog, que começava a ser utilizado em maior escala dentro do rock. Ele possibilitava que virtualmente qualquer som fosse gerado eletronicamente. O Moog pode ser notado claramente em músicas como "Here Comes the Sun", "Maxwell's Silver Hammer" e "Because". Por seu trabalho em Abbey Road, os engenheiros de som Geoff Emerick e Phillip McDonald ganharam o Grammy.

Faixas
Todas as canções escritas por Lennon/McCartney, exceto as indicadas:

Lado A
# Título                                                                               Duração 
1. "Come Together"                                                               4:20 
2. "Something" (Harrison)                                                       3:03 
3. "Maxwell's Silver Hammer"                                                3:27
4. "Oh! Darling"                                                                     3:26 
5. "Octopus's Garden" (Starkey)                                            2:51 
6. "I Want You (She's So Heavy)"                                         7:47

Lado B
# Título                                                                            Duração 
1. "Here Comes the Sun" (Harrison)                                     3:05 
2. "Because"                                                                        2:45 
3. "You Never Give Me Your Money"                                 4:02 
4. "Sun King"                                                                       2:26 
5. "Mean Mr. Mustard"                                                       1:06 
6. "Polythene Pam"                                                              1:12 
7. "She Came in Through the Bathroom Window"                1:57 
8. "Golden Slumbers"                                                          1:31 
9. "Carry That Weight"                                                       1:36 
10. "The End"                                                                     2:05 
11. "Her Majesty"                                                               0:23

Origens
Após as desastrosas sessões de gravação do álbum então chamado de "Get Back" (mais tarde intitulado "Let It Be" para publicação), Paul McCartney sugeriu ao produtor George Martin que os Beatles se reunissem e fizessem um álbum "como nos velhos tempos… como a gente fazia antes", gravado ao vivo, sem overdubs e, logicamente, livres dos conflitos que começaram com as sessões do Álbum Branco. Martin pensou, levou em consideração o acontecido de ter sido produtor secundário do álbum Get Back e aceitou, mas com a condição que a banda se comportasse "como nos velhos tempos", e ele seria tratado como o "produtor dos velhos tempos" também. Queria o consentimento de Lennon que aceitou numa boa pois eles estavam loucos para compor e gravar. Porém algumas faixas como "Something" e "Golden Slumbers/Carry That Weight/The End" seguiram o estilo do Álbum Branco, de gravar individualmente. Mas o resultado final acabou sendo este grande álbum, considerado por muitos críticos como o melhor da banda, e segundo a revista Rolling Stone o 14° melhor álbum de todos os tempos.
Quando foi gravado na época do vinil, o álbum tinha dois lados bem distintos entre si, a fim de agradar tanto a Paul McCartney como a John Lennon individualmente. O lado A, que ia de "Come Together" a "I Want You", foi feito para agradar a Lennon. É uma coleção de faixas individuais, enquanto que o lado B (para agradar a McCartney) contém uma longa coletânea de curtas composições que seguem sem interrupção. A sequência de juntar músicas inacabadas criadas por McCartney e Lennon em um enorme pout-pourri foi ideia de Paul, constituindo-se numa espécie de ópera dentro do disco. No entanto, diferente de Sgt. Pepper's, considerar Abbey Road um disco conceitual é um engano. "È um bom disco de Rock&roll", disse Harrison.






quinta-feira, 7 de novembro de 2013

"Cazuza, Mostra Sua Cara"

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza,
Nasceu no Rio de Janeiro no dia 4 de abril de 1958, foi um cantor, compositor, poeta e escritor brasileiro. Ganhou fama como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

 Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor, seu verdadeiro nome foi recebido por insistência da avó paterna. Na infância, Cazuza nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na escola. Só mais tarde, quando descobre que um dos compositores prediletos, Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome.

 Influenciado desde pequeno pelos grandes nomes da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção "Perto do fogo", que Rita musicou.

Um ponto forte de cazuza era seu temperamento questionador, com qual compôs músicas como: "Ideologia", "Brasil" e O Tempo Não Pára, que refletia a inquietude da sua personalidade.

Em apenas nove anos de carreira, Cazuza deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes. As canções de Cazuza já foram reinterpretadas pelos mais diversos artistas brasileiros dos mais diversos gêneros musicais. A Som Livre realizou o show Tributo a Cazuza, em 1999, posteriormente lançado em CD e DVD, do qual participaram Ney Matogrosso, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Zélia Duncan, Sandra de Sá, Arnaldo Antunes e Leoni


 No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos.

O museu da língua portuguesa em São Paulo conta um pouco dessa história de forma peculiar na exposição “ CAZUZA MOSTRA SUA CARA “,Montada no primeiro andar do Museu até o dia 23 de fevereiro de 2014 .A exposição é dividida em salas interativas com a qual o visitante tem contato com a vida e obra de Cazuza.




















































































































A Mostra está sobre a curadoria de Gringo Cardia,e está no:
Museu da Língua Portuguesa (Praça da Luz, S/N, São Paulo-SP)
De 22 de outubro até 23 de fevereiro de 2014
Horário de funcionamento: às terças, o museu fica aberto até 22h (a bilheteria fecha às 21h) | de quarta a domingo, das 10h às 18h (a bilheteria fecha às 17h) | fechado às segundas.
Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia entrada), com entrada gratuita aos sábados e às terças.
Informações (11) 3322-0080
http://www.museulinguaportuguesa.org.br 


EDIÇÃO E CONTEÚDO: SUELEN ARAÚJO E MARCELO PINTO 
FOTOS: KADU RAMIRES JR
FONTE: www.museulinguaportuguesa.org.br e wikipedia.org